
Na aula do dia 17/08/2010 o Professor estava comentando sobre as empresas que exploram de mais seus funcionários . As pessoas andam trabalhando de mais, estão se acabando pelo emprego e esquece que é uma pessoa que precisa de descanso.
Encontrei uma matéria na revista Você S/A edição 142 Abril de 2010 onde o texto já começa com uma pergunta “Por que trabalhamos tanto?” . A reportagem fala sobre uma pesquisa feita em 2009 onde mil executivos foram entrevistados , foi constatado que mais da metade deles estão insatisfeitos com a quantidade de horas que dedicam ao trabalho – e sofrem por isso. No Brasil, o excesso de trabalho angustia mais gente do que o medo de perder o emprego.
Eles descobriram, em entrevistas com 55 gestores, que 60% deles gostariam de trabalhar numa companhia na qual pudessem ter horários mais flexíveis e menos sobrecarga. Esses profissionais estão, inclusive, dispostos a renunciar a até 15% de suas remunerações para dispor, em troca, de mais nove horas livres na semana. Essa busca por equilíbrio, no entanto, não passa de um desejo.
O carioca Adalberto Mendes Neto, de 42 anos, analista de projetos da fornecedora de software Totvs, lutou por ações de bem-estar para ser mais feliz (e produtivo). Adalberto ajudou a implantar um programa de corrida que foi disseminado a todos os funcionários da companhia. “Como pedir um aumento é complicado, resolvi que a empresa precisava me dar mais qualidade de vida. Os diretores compraram a idéia”, conta Adalberto.
Fica ai uma idéia para as empresas , investir mas na qualidade de vida dos funcionários e um ganho não só para o funcionário mas para a empresa também.
Encontrei uma matéria na revista Você S/A edição 142 Abril de 2010 onde o texto já começa com uma pergunta “Por que trabalhamos tanto?” . A reportagem fala sobre uma pesquisa feita em 2009 onde mil executivos foram entrevistados , foi constatado que mais da metade deles estão insatisfeitos com a quantidade de horas que dedicam ao trabalho – e sofrem por isso. No Brasil, o excesso de trabalho angustia mais gente do que o medo de perder o emprego.
Eles descobriram, em entrevistas com 55 gestores, que 60% deles gostariam de trabalhar numa companhia na qual pudessem ter horários mais flexíveis e menos sobrecarga. Esses profissionais estão, inclusive, dispostos a renunciar a até 15% de suas remunerações para dispor, em troca, de mais nove horas livres na semana. Essa busca por equilíbrio, no entanto, não passa de um desejo.
O carioca Adalberto Mendes Neto, de 42 anos, analista de projetos da fornecedora de software Totvs, lutou por ações de bem-estar para ser mais feliz (e produtivo). Adalberto ajudou a implantar um programa de corrida que foi disseminado a todos os funcionários da companhia. “Como pedir um aumento é complicado, resolvi que a empresa precisava me dar mais qualidade de vida. Os diretores compraram a idéia”, conta Adalberto.
Fica ai uma idéia para as empresas , investir mas na qualidade de vida dos funcionários e um ganho não só para o funcionário mas para a empresa também.
Você S/A edição 142 Abril de 2010
Vanessa Alves
Aluna 1º período ADM
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