quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Comporte-se XII

PASSARINHO VIVO

Esse foi um dos pratos que o Sr°. José Carlos Pinheiro Neto vive-presidente da General Motors do Brasil teve de experimentar em suas andanças pelo mundo.

Na reportagem á revista PIB(Presença Internacional do Brasil) ele diz que no final da década de 90, era de sua responsabilidade a área de exportação da empresa, e como um caixeiro-viajante, visitou vários lugares, África, Ásia, Oceania ....

Ele diz que em uma viagem de negócios, tudo o que precisamos saber está no detalhe, na percepção do olhar de interlocutor, na maneira como são conduzidas as negociações e, sobretudo, no estilo que cerca a hospitalidade do anfitrião.

José Carlos Pinheiro Neto ressalta que em cada país á uma cultura e, em cada cidade, um ritual diferente, e que a culinária pode lhe ensina sobre o país em que esta, muito mais do é possível aprender com os guias de viagem.

Se as boas normas dizem que é responsabilidade do anfitrião apresentar ao visitante os pratos típicos da região, cabe ao visitante nunca se negar a experimentar o que lhe servem.

E isso pode significar surpresas nem sempre agradáveis. Ai onde entra o passarinho vivo. Ele diz que entre os pratos inesquecíveis que teve a sua mesa foi um passarinho vivo, com pena e bico, que lhe foi servido na China, cuja a mágica que fez para provar o tal prato é segredo irrevelável .

Nas viagens a trabalho, você sempre tem desafios enormes. Entre eles, o de se entender com os seus interlocutores em reuniões onde qualquer dificuldade de comunicação pode prejudicar negócios de milhões. Se não estiver seguro, recorra a um interprete.

È sabia a famosa frase do notável escritor português, Eça de Queiroz, quando diz que:

“quem deve falar uma segunda língua com perfeição é o espião, pois caso contrario ele morre”

È evidente que quem fala, além de sua língua nativa, pelo menos o inglês, já consegue “se virar” em muitos países.

Mas não deixa de ser curioso ficar horas negociando com um empresário japonês e notar que ele, de vez em quando, move a cabeça para cima e para baixo, num sinal que qualquer ocidental interpretaria como de assentimento, ledo engano, ele não concordou com nada do que você falou, e você precisara repetir, novamente todos os seus argumentos.

Essa reportagem se relaciona com a aula passada no sentido do aprendizado da modelagem do individua as circunstancias em que lhe é submetido, que no caso do vice-presidente ele teve que comer o passarinho vivo e ”dizer ai que delicia”, porque no momento não era o seu estomago que estava em jogo, mais sim um negócio de milhões. E ele era responsável pela efetivação dos negócios, onde de repente se não tivesse provado o prato ou desfeito da comida da região o resultado do negócio poderia ter sido outro, só pelo fato de não provar o prato.

Mesma coisa nós! Temos que estar preparados para trabalhar com inúmeras pessoas e de diferentes culturas, costumes, personalidades, e saber conduzir profissionalmente e pessoalmente essas diferenças, onde a habilidade da compreensão se torna indispensável para o sucesso ou pelo menos para o bom convívio.

Revista PIB - Maio/2008
Jever Salviano
Aluno 1º Período ADM

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